Como implantar a Escola Dominical
Se sua igreja deseja crescer, use as leis de crescimento da ED.
A Escola Dominical é parte integrante da igreja. Não é uma organização independente, é a própria igreja ensinando a Palavra de Deus. Por isto, deve estar subordinada em tudo à igreja e ser sustentada por ela.
Jesus, ao estabelecer a Igreja, deu-lhe a tarefa de representá-lo no mundo. Ele foi muito claro naquilo que a Igreja deve fazer. “Fazei discípulos de todas nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”,
Mt 28.19-20.
O sucesso de uma igreja é evidente quando seu pastor reconhece que o melhor lugar para ensinar a parte básica da vida cristã, tanto para o crente como para o não crente, é a Escola Dominical.
Investimento
Se sua igreja deseja crescer, use as leis de crescimento da ED. Invista na criança. Comece com o Departamento Infantil. Essa é a idade propícia para a aprendizagem.
“Esforça-te e tem bom ânimo, e faze a obra; não temas, nem te desalentes, pois o Senhor Deus, meu Deus, é contigo... para toda boa obra para o serviço da casa do Senhor... também os chefes e todo o povo estarão inteiramente às tuas ordens”, 1Cr 28.19-21.
A Escola Dominical e seus objetivos
Toda escola tem necessidade de estabelecer a organização que lhe convém, a fim de alcançar o objetivo desejado.
Alcançar o povo - Este é o primeiro passo. Procure matricular todos os membros da igreja e seus filhos. Organize e desenvolva um trabalho de visitação, não somente aos crentes, mas a todos os vizinhos de sua igreja. Incentive o trabalho de testemunho pessoal. Explique aos novos decididos a importância do ensino da Palavra na ED.
Ensinar ao povo a Palavra de Deus - A Bíblia é o livro-texto da ED e, por isso, deve ocupar o centro do ensino. Devem ser observados a natureza, o conteúdo e o propósito da revelação bíblica. Através da ED, a Igreja planta a Palavra de Deus na mente do aluno (Mt 13.1-9,18-23).
Ganhar os perdidos - Onde quer que uma ED tenha sido implantada adequadamente, pessoas não salvas têm sido alcançadas. Havendo alunos não crentes na classe, torna-se necessário o professor criar, através do ensino da lição, uma oportunidade de convidar as pessoas para aceitarem a salvação em Cristo Jesus.
A Escola Dominical foi criada e funciona com o propósito de ganhar almas. Ela é, também, uma agência de evangelismo da igreja. Por isso, seu programa é preparado para contribuir direta e continuamente para evangelizar.
Desenvolver talentos - A igreja precisa prover a maturidade do novo e inexperiente crente e aperfeiçoar os membros através de estudos, atividades e responsabilidades na igreja ou nas organizações da mesma.
Estrutura da Escola Dominical
Devido ao amplo propósito da ED (evangelizar, doutrinar e treinar), torna-se necessário uma estrutura que funcione como “coluna vertebral” para que alcance sua clientela em toda sua abrangência (faixa etária, diversificação cultural e sexo). Deve ainda ser adequada aos recursos, disponibilidades físicas, humanas, econômicas etc.
Organograma
Diretoria
Pastor - Sendo o líder responsável e o real dirigente, precisa conhecer a organização e administração da Escola Dominical. A ele cabe o direito de escolher ou indicar pessoas para os vários cargos da Escola e preparar professores para o ensino bíblico. Ele é o principal professor da igreja, cabendo-lhe ensinar e doutrinar os professores e oficiais da Escola.
Seu ministério de ensinar é obrigatório e não optativo (1Tm 3.2 e Cl 1.28).
O professor deve participar das reuniões da Escola Dominical em sua igreja. Se for possível, de acordo com as circunstâncias, também ensinar uma classe como a dos oficiais.
Superintendente - É responsável diante da igreja pela programação, execução e avaliação do trabalho previsto no plano de ensino bíblico. Nas escolas filiais é chamado dirigente. Vejamos algumas características e tarefas do superintendente ou dirigente:
Conhecedor da Bíblia. “Que maneja bem a Palavra da Verdade”, 2Tm 2.15. Para manejar bem a Palavra é preciso conhecê-la.
Entusiasta. O entusiasmo, com seu raio de luz, dá nova vida aos negócios, a um grupo, a uma instituição, a uma pessoa.
Assumir a liderança, determinando a organização, o horário e os meios para a Escola realizar suas tarefas.
Conhecer o currículo da Escola Dominical. Traçar planos de trabalho para cada trimestre vindouro, reunindo toda a equipe a fim de discutir o que foi positivo e negativo no trimestre anterior.
Vice-superintendente ou vice-dirigente - responsável perante o superintendente pelo cumprimento de tarefas a ele determinadas e substitui o superintendente no seu impedimento. Ele ajuda o superintendente a realizar qualquer tarefa de sua responsabilidade.
Secretário - O secretário é responsável perante o superintendente da Escola Dominical pela execução dos trabalhos pertencentes à Secretaria da ED. A igreja pode eleger um segundo secretário a fim de ajudar o primeiro a cumprir as responsabilidades que seguem:
Orientar os demais secretários da Escola, o programa de matrícula de novos alunos, como também a organização dos relatórios durante o ano;
Manter em dia o fichário geral de arrolamento da Escola Dominical como de outros programas de ensino promovidos pela Escola através da Diretoria de Expansão;
Recolher os pedidos de literatura e materiais necessários de cada Departamento, providenciando a compra junto à pessoa designada pela igreja;
Providenciar anúncios de divulgação da Escola, visando o crescimento da mesma;
Chegar cedo, verificar a arrumação da Escola junto a seus auxiliares e distribuir o material aos secretários de classe;
Recolher, no horário determinado, as cadernetas de classes e os relatórios de cada departamento;
Preparar o resumo do relatório dos departamentos, entregando-o ao superintendente ou diretor da Escola Dominical.
Diretor de expansão - Nas grandes Escolas, é indispensável a Diretoria de Expansão, onde o diretor é responsável, diante do superintendente da Escola, pela coordenação das atividades que proporcionam o desenvolvimento de uma Escola Dominical: escolas filiais, Escolas Bíblicas de Férias, concursos bíblicos, visitação, campanhas, congressos, encontros etc. Deveres e tarefas:
Cooperar com o superintendente;
Cooperar com os diretores dos departamentos;
Visitar as escolas filiais, verificando as necessidades para um desenvolvimento melhor;
Manter um programa sistemático e vigoroso de visitação às pessoas que não podem assistir à Escola Dominical;
Manter um fichário de alunos, em perspectiva, a fim de facilitar o programa de visitação e matrícula;
Programar, em época de férias escolares, a EBF, com o objetivo de oferecer uma atividade de extensão do estudo bíblico, e, também, como meio para alcançar novos alunos para a ED.
Tesouraria - Toda Escola Dominical precisa ter uma tesouraria para onde as ofertas serão encaminhadas e contabilizadas. O tesoureiro deve ser uma pessoa competente e que tenha boa recomendação de todos.
Ele recebe da Secretaria todas as cadernetas acompanhadas com as ofertas do dia e depois de verificar as anotações devolverá as cadernetas à Secretaria e prestará conta do dinheiro à Tesouraria-geral da igreja.
Biblioteca - Para uma Escola eficiente, é necessário o funcionamento de uma biblioteca para professores e alunos. Todos os livros devem ser escolhidos com cuidado a fim de atender às necessidades e desejos dos professores em ganhar almas e desenvolver vidas para a glória de Deus.
Diretoria musical - A Escola Dominical é também um culto a Deus. Não se pode cultuar sem que exista louvor. A música é o veículo que nos leva a Deus e que também é usada para anunciar o Evangelho. É por meio de cânticos que os cristãos dão grandes testemunhos de sua fé, e anunciam o que Cristo fez por eles e por todo pecador.
A igreja deve ter muito cuidado na escolha de pessoas que possam desempenhar bem esta função. Se há carência de pessoas capazes para dirigir os grupos infantis, é dever da igreja procurar pessoas com capacidade e treiná-las para este trabalho. O diretor musical deve ajudar a todos os líderes de departamentos nos seus programas musicais e ajudar todas as pessoas a participarem nos cânticos congregacionais.
Recepção - Pode ser feita pelos porteiros e introdutores da igreja, orientando os visitantes sobre o departamento correspondente à idade e onde fica.
O recepcionista deve providenciar acomodações, dando informações gerais da Escola aos alunos e visitantes. Ele deve ser gentil com todos pois toda pessoa gosta de ser bem tratada e bem recebida. “O que quereis que os outros vos façam, fazei também vós a eles”, Mt 7.12.
Atribuições de uma diretoria departamental
Qualquer departamento deve ter sempre duas diretorias: uma titular e outra auxiliar. Na ausência de uma, a outra a substituirá. Para isso, as duas devem conhecer bem o funcionamento do departamento em geral. Poderão dividir entre si as atribuições e responsabilidades que são:
Deve ser a primeira a chegar e a última a sair;
Ser responsável pela conservação de todo o material didático do departamento.
Fazer o planejamento das atividades do ano;
Estimular e incentivar os professores e ajudantes em tudo;
Programar atividades extra Escola Dominical, como passeios, leituras, programas especiais, cultos, dramatizações, visitas, reuniões com os pais, palestras etc;
Providenciar todo o material necessário para os professores e alunos, como revistas da Escola Dominical, gravuras ilustradas, material auxiliar, quadro-de-giz, flanelógrafo, quadro-de-pregas, mapas etc;
Orientar os professores da Escola Dominical ajudando-os a preparar lições e demais atividades, visitando-os, compartilhando seus problemas se for solicitado, orando por eles, dando sugestões que possam ser realizadas;
Manter a disciplina usando de energia dosada com muito amor;
Ser responsável pela programação de abertura e encerramento: cânticos, histórias, campanhas, oração, leitura bíblica, avisos, cumprimentos a visitantes e aniversariantes etc, sempre obedecendo ao horário estipulado pela Superintendência;
Organizar uma reunião mensal com os professores, abordando o planejamento do mês, o aproveitamento dos alunos, o melhoramento do ensino, problemas com os professores e alunos.
Atribuições dos professores
Tanto os professores titulares como os ajudantes são escolhidos pelos diretores com muita oração e direção divina, antes do início de cada ano. Os professores titulares são responsáveis pelo ensino da lição em classe, pela confecção dos trabalhos manuais da lição e da disciplina da classe. Os professores-ajudantes são responsáveis pelo estudo da lição de cada domingo e para substituir o professor titular no seu impedimento. Ajudam também a manter a disciplina da classe, fazem a chamada, ouvem os versículos decorados dos alunos e anotam nomes de visitantes ou novos alunos no cartão de matrícula. São responsáveis pela distribuição da revista em suas classes. Devem acatar com amor as ordens das diretorias departamentais.
Atribuições dos secretários de departamento
Os secretários são escolhidos pelos diretores departamentais.
São responsáveis pelo relatório geral do departamento, pela estatística mensal e anual, pela distribuição e retirada dos cadernos de chamada das classes de seu departamento.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
SE SUA IGREJA DESEJA CRESCER
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EV. ANTONIO VICTOR
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LIDERANÇA CRISTÃ
Texto base: Mt.20.25-28
Conceito de liderança segundo Jesus Cristo
Texto base: Mt.20.25-28
Introdução - Quando Jesus veio já estavam desenvolvidos grandes conceitos como a democracia.
O que Cristo poderia acrescentar ao assunto “liderança”? Jesus não veio acrescentar, mas revolucionar os conceitos existentes.
1- Jesus foi o maior líder e o maior formador de líderes da história.
“Líderes não criam seguidores - criam mais líderes” Tom Peters.
2 – O grupo dos discípulos – uma escola de líderes
Num grupo de 12 líderes é possível haver situações difíceis - todos querem mandar e ninguém quer obedecer. “Existem muitos caciques, mas nenhum índio”. Surgiu um ambiente de competição – qual deles seria o maior? Mt.18.1-4; Lc.9.46; Quem seria o líder dos líderes?
3 - Jesus revolucionou o conceito de liderança (Mt.20.25-28) quando mostrou aos discípulos que o líder cristão é um servo (Mt.23.11; Mc.9.33-35; Lc.22.24-27). Eles devem ter ficado surpresos e decepcionados. Não se deve buscar a liderança por status, riqueza ou superioridade.
“O pastor é um servo das ovelhas. Ele existe por causa delas e não elas por causa dele”. (Ken Blanchard).
4 – O próprio Jesus foi um líder-servo (Fp.2.5-8). O que ele mandou ele fez (deu exemplo), (exceto arrepender-se). Ele pregou o evangelho, curou, ressuscitou mortos, expulsou demônios, foi perseguido, sofreu e morreu. O líder vai à frente, faz primeiro, mostra como fazer.
Ele lavou os pés dos discípulos (João 13). O líder autoritário mandaria que alguém lavasse seus pés.
Ele veio servir e dar a sua própria vida. O líder não deve apenas fazer exigências, mas doar-se.
5 – Lições do Salmo 23 – relação pastor e ovelhas – relação Deus e o salmista – exemplo para os líderes cristãos –
O líder – um pastor – cuida com amor, alimenta, conduz, auxilia, protege, busca a ovelha perdida.
“Guia-me mansamente”, com bondade e misericórdia. O bode precisa de rigor, mas não se pode achar que haja somente bodes no rebanho.
O pastor não é o dono das ovelhas. Deve cuidar delas sabendo que vai prestar contas ao Senhor (IPd.5.2-4; Heb.13.17).
Conclusão – Trate seus liderados como você gostaria que Deus lhe tratasse. Seja amoroso e justo. Quando o Senhor vier, ele recompensará aqueles que tiverem cuidado bem de suas ovelhas.
“Os que a muitos ensinam a justiça, resplandecerão como as estrelas, para sempre e eternamente” Dn.12.3.
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MENSAGEM DE FÉ
Depois de atravessar o mar da Galiléia, Jesus chegou com seus discípulos à província de Gadara, onde encontrou um homem endemoninhado (Mc.5.1-20; Mt.8.28-34; Lc.8.26-39).
Aquele episódio, entre tantos registrados na Bíblia, nos mostra a existência dos demônios, que são espíritos maus, anjos caídos, que estão na terra com o propósito de prejudicar a humanidade e afrontar Deus. Além de influenciar e oprimir os homens, os espíritos malignos chegam a possuir a mente e o corpo de muitas pessoas. Aquele homem tinha muitos demônios que se identificaram com o nome de “legião”. Assim era chamada uma divisão do exército romano composta por 6000 soldados. Percebe-se que a denominação de uma entidade maligna pode ser ocasional, utilizando uma palavra significativa em dado contexto cultural.
A possessão demoníaca pode acontecer por causa de uma consagração, quando a pessoa é entregue ao espírito mau, ou em caso de “desenvolvimento” mediúnico, culto a espíritos, invocação de mortos, “trabalhos” espirituais, feitiços e magia. Até por brincadeira ou curiosidade, há quem se envolva com as forças das trevas. Quem não tem compromisso com Jesus está exposto a esse risco. A possessão demoníaca pode ser discreta ou evidente. Em suas manifestações extremas, o indivíduo realiza coisas que não faria em seu estado normal, tais como: demonstrar violência e força descomunal, comer carne humana, beber sangue, mudar o semblante e a voz, pronunciar adivinhações, etc.. Há casos, porém, em que os espíritos atormentam sua vítima sem que as pessoas à sua volta notem algo de sobrenatural.
Muitos negam a existência de demônios e atribuem aos problemas mentais quaisquer manifestações desse tipo. Fato é que inúmeras pessoas têm sido libertas pelo nome de Jesus. Se esse nome tem o poder que a bíblia lhe atribui, então também é verídica a possessão demoníaca que a mesma bíblia afirma.
O gadareno vivia nos sepulcros, que eram cavernas. Ali não era lugar para pessoas vivas, mas o Diabo o levou para lá. Nisso percebemos o seu propósito de roubar, matar e destruir (João 10.10). A vida daquele homem estava encerrada, perdida. Estava separado da família, dos amigos e da sociedade. Era um morto-vivo morando no cemitério, sem esperança e sem perspectiva. Assim como Deus tem um plano para o ser humano, Satanás também tem, e aquele homem atingira um estágio avançado da execução dos desígnios diabólicos. Quem não segue a Cristo está caminhando com o inimigo rumo à perdição eterna. Ainda que não esteja possesso, está influenciado e dominado pelo mal, podendo chegar a situações muito piores.
Ninguém podia fazer coisa alguma por aquele homem. Não podiam salvá-lo ou ajudá-lo de alguma forma. Então, tentavam prendê-lo, talvez com a intenção de protegê-lo de si mesmo. Entretanto, os demônios se manifestavam com fúria, despedaçando correntes e cadeias. Ele era incontrolável. Nenhum ser humano tem força para controlar um demônio. O que dizer de milhares? Aquele homem precisava conhecer Jesus.
O possesso vivia perturbado. Era feroz e ameaçador (Mt.8.28). Não tinha descanso. Não conseguia dormir. Andava nu, gritando, dia e noite, enquanto se feria com pedras. O inferno será muito pior do que isso, mas ali estava uma amostra do tormento eterno. Muitas pessoas, mesmo não estando possessas, estão oprimidas pelo Diabo e são descontroladas, inquietas, agitadas, vivem ferindo a si mesmas e aos outros. Precisam de um encontro com Jesus. Os que estão nas mãos de Satanás vão acumulando feridas diversas, numa vida de dor e sofrimento atroz. Cristo é o único que pode lhes trazer libertação e salvação.
O demônio reconheceu Jesus imediatamente e se prostrou para adorá-lo, como fazia quando era um anjo de Deus. Naquele momento, o espírito mau deu o seu testemunho de que Jesus é o Filho de Deus. Algo tão difícil para as pessoas acreditarem e reconhecerem, era fato natural para aquela entidade maligna.
Imediatamente, Jesus expulsou a legião daquele homem. Quando o gadareno encontra o nazareno, tudo muda. Jesus faz o que ninguém mais pode fazer. O endemoninhado não podia libertar a si mesmo da escravidão espiritual. Os outros também não podiam libertá-lo. O Filho de Deus veio trazer liberdade aos cativos, desfazendo as obras do Diabo.
Os demônios tinham grande interesse em ficar naquela província, talvez não pelo lugar em si, mas pelo medo de serem mandados para o abismo, provavelmente uma prisão espiritual (Lc.8.31), para onde irão no tempo certo (Mt.8.29). Jesus não demonstrou preocupação em libertar territórios, mas pessoas. Afinal, se eles fossem expulsos daquela região, iriam atormentar os moradores de outros lugares.
Jesus atendeu ao pedido daqueles espíritos, permitindo que eles entrassem nos porcos. Imediatamente, aqueles animais foram precipitados no despenhadeiro, caindo no mar e morrendo afogados. Creio que era isso que os demônios pretendiam fazer ao gadareno. Então, por quê não fizeram? Eles só agem dentro dos limites da permissão divina (Mc.5.13). Além disso, os demônios usavam aquele corpo como casa (Mt.12.43-44) e não iriam destruí-lo tão cedo. O diabo utiliza seus escravos para fazer suas obras malignas neste mundo. Por isso, é útil para ele que suas vidas miseráveis sejam prolongadas por algum tempo.
Depois da libertação, o gadareno parecia outro homem. Foi encontrado assentado, vestido e em perfeito juízo (Mc.5.15). A conversão é o início de uma nova vida, com equilíbrio, sossego, descanso, paz, dignidade, ordem e decência. Além de ter sido liberto, aquele homem foi salvo (Lc.8.36).
Muitas pessoas vieram vê-lo, mas não glorificaram a Deus por sua libertação. O momento era propício ao louvor e às ações de graças, mas houve murmuração. Os demônios adoraram a Jesus, mas o povo não adorou. Muitos ficaram revoltados contra ele por causa da morte dos porcos. Portanto, aquele homem não tinha valor algum para o seu povo. Os porcos eram considerados mais importantes. A perda financeira foi mais sentida do que o ganho humano e espiritual. O materialismo dominava aquela gente. Encontraram Cristo, mas não foram salvos. Resolveram expulsá-lo daquela cidade. Que situação estranha! Jesus expulsou os demônios de um homem e depois foi expulso do lugar. Qual é a nossa atitude para com Jesus? Hoje, da mesma forma, cada pessoa deve tomar a decisão de acolher Jesus ou rejeitá-lo. Ele foi embora, mas os demônios continuaram naquela comunidade. Certamente, procurariam outros seres humanos para serem possuídos.
O gadareno liberto pediu para seguir a Jesus, mas ele não permitiu. Cristo havia atendido a um pedido dos demônios, mas não atendeu à “oração” daquele homem. Por quê? Jesus tinha um propósito para ele naquele lugar. Vemos nisso o amor e a misericórdia para com aquele povo ímpio que rejeitou Jesus. Ele deixou o gadareno ali como “pregador”, dando seu testemunho para todos, começando pela sua casa. Agora que estava liberto, poderia retomar a normalidade da sua vida. Sua família também tinha sido abençoada através daquela libertação. Aquele que se converte torna-se bênção para o seu lar e para a sociedade.
Naquele episódio, os discípulos nada fizeram, senão aprender com o Mestre aquilo que deveriam realizar após a sua ascensão. Jesus subiu ao céu, mas encarregou sua igreja de continuar sua obra de libertação. Ele disse: “Em meu nome, expulsarão os demônios” (Mc.16.17). Assim, através de nós, Jesus continua libertando. Aqueles que alcançam a libertação e a salvação saem de uma vida de tormento e começam a usufruir a alegria de Deus em seus corações.
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quarta-feira, 10 de outubro de 2007
ANCORAS DA ALMA
COMO UM PEQUENO INSTRUMENTO PODE, SEGURAR UMA TÃO GRANDE EMBARCAÇÃO. ASSIM TAMBÉM EM NOSSAS VIDAS ESPIRITUAIS ACONTECE DA MESMA MANEIRA.
HÁ COISAS, OBJETOS QUE MUITAS VEZES AOS NOSSOS OLHOS NÃO TEM IMPORTANCIA NENHUMA MAS SÃO ESTAS PEQUENAS COISAS QUE IMPEDEM UMA AÇÃO PELA DE DEUS EM NOSSAS VIDAS.
HÁ UM PROVÉRBIO POPULAR AMERICANO QUE DIZ: POR UM CRAVO, SE PERDE UMA FERRADURA, POR UMA FERRADURA, SE PERDE UM CAVALO: POR UM CAVALO SE PERDE UM CAVALEIRO: POR UM CAVALEIRO SE PERDE UMA BATALHA E POR UMA BATALHA SE PERDE UMA GUERRA.
SERÁ QUE ALGO EM SUA VIDA ESPIRITUAL NÃO ESTÁ PASSANDO DESAPERCEBIDO, IMPEDINDO DE VOCE ALCANÇAR ALGUMAS COISAS.
UM PASTOR AMIGO MEU, VIAJANDO PELA ÁFRICA EM UMA VIAGEM MISSIONÁRIA TROUXE DE LÁ ALGUNS SOUVENIRS PARA ADORNAR A SUA CASA. EM SEU TESTEMUNHO ELE CONTA QUE, PARECE QUE DEPOIS DISTO SENTIA UMA AÇÃO MALÍGNA EM SUA CASA ENTÃO QUESTIONOU A DEUS DIZENDO: SENHOR EU JÁ OREI REPREENDÍ, CONSAGREI ISTO PARA TÍ.
O ESPÍRITO SANTO DISSE PARA ELE QUE TODAS AQUELAS COISAS FORAM CONFECCIONADAS COMO IDOLOS PARA AQUELE POVO. E COMO ACONTECE SEMPRE NOS APEGAMOS A COISINHAS PROCURANDO SEMPRE DESCULPAS, AS MAIS ESFARRAPADAS COMO DIZ A LIGUAGEM POPULAR. ENFIM ELE ACABOU QUEIMANDO TUDO AQUILO E DISSE-ME ELE QUE ATÉ O AR EM SUA CASA MELHOROU.
QUEM SABE VOCE TAMBÉM NÃO É DAQUELE PARTIDO DO NÃO TEM NADA A VER.
OBSERVE POR EXEMPLO AS ROUPAS. ROUPAS SENSUAIS QUE FORAM CONFECCIONADAS COM ESTE OBJETIVO, ATRAIR, DESPERTAR O DESEJO E TUDO MAIS. . .
NÃO ADIANTA ORAR, SE VOCE SABE QUE O ESPÍRITO DE SEDUÇÃO, QUE FOI O ALVO DAQUELE MODELO SERÁ DESPERTADO MESMO SENDO DENTRO DA IGREJA (At.17.30)
PENSE NISSO E COM A AJUDA DO ESPÍRITO SANTO PROCURE A ANCONRA QUE O TEU ADVERSÁRIO TEM COLOCADO EM SUA CASA.
DEUS TE ABENÇOE MUITÍSSIMO
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terça-feira, 24 de julho de 2007
MINISTÉRIO EVANGELÍSTICO ÁGUIAS DE DEUS.
TRABALHANDO NA OBRA DE EVANGELIZAÇÃO, ATRAVÉS DE CRUZADAS EVANGELISTICAS. TRABALHOS RADIOFONICOS, PRESIDIOS HOSPITAIS, EVANGELISMO CORPO-A-CORPO. PREGAÇÃO DA PODEROSA PALAVRA DE DEUS EM TODO O ESTADO ESTAMOS A SETE ANOS SERVINDO AO SENHOR NO RIO GRANDE DO SUL.
NOSSOS OLHOS TEM TESTEMUNHADO MUITOS MILAGRES OPERADOS PELO SENHOR JESUS CRISTO.
EM MEIO A MUITAS DIFICULDADES TEMOS VIVIDO NA PRÁTICA O SALMO 126 "ANDANDO E CHORANDO"
ESPERIMENTADO O QUE O APÓSTOLO PAULO DIAZ : "SEI O QUE É TER FARTURA E O QUE É PADECER NECESSIDADES". TEMOS COMO CONSOLO QUE; O SENHOR AINDA TEM VIÚVA PARA FAZER BOLO E AGORA ELE NÃO MANDA CORVOS MAIS AINDA TEM CRENTE QUE OUVE A VOZ DO QUERIDO ESPÍRITO SANTO
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